Desde criança aprendemos a usar régua, esquadros, transferidor e compasso para fazer desenhos precisos de figuras geométricas.
A matemática na pintura ou escultura podem ser exploradas de outras formas também. Olhem a utilização de fórmulas matemáticas para criação de gráficos cartesianos ou de coordenadas polares para criação e inspiração de imagens pintadas com a técnica de aquarela: https://www.instagram.com/p/CAiTPBKgcjQ/?igshid=ha3l4yxpysdq
Em Portugal, um dos textos encontrados em www.textosteatro.com.br foi encenado pela Companhia Certa da Varazim Teatro. O espetáculo esteve em cartaz em novembro de 2020. Eduardo Faria interpretou o personagem principal.
…No Uruguai, no Cine Rex, Tarariras/Colônia, a peça “¿Dónde Está mi Perro?”
Foi apresentada pelo tradicional grupo Depalmira Teatro em novembro/2020. A peça é baseada no texto “Vocês Viram meu Cachorro?” que pode ser encontrada, junto com várias outros textos em espanhol, em http://www.textosteatro.com/es/.
Diretamente da lixeira (ou quase), preservado por mais de 30 anos numa fita de videocassete, feito em um TK-90x (um clone da Microdigital do computador inglês de 8 bits, o Zx- Spectrum), foi “resgatado” o premiado desenho animado Animatus Immaturus, agora disponível no YouTube: https://youtu.be/3KeIPVAFHWQ
Estou deitado na cama, puxo o celular para ver as horas e a previsão do tempo. Meu óculos ainda não é bifocal, tenho dificuldade de enxergar as letras pequenas próximas a mim. Para ver melhor, levanto o óculos e o coloco na cabeça, um pouco acima da testa. Minha namorada diz, em tom que ela jura que não foi de deboche:
— Com o óculos assim, parece uma bicha!
Minha reação de fúria, gritando e jogando o óculos no chão, com raiva, mais tarde foi descrita como homofóbica. Também foi descrita como reação típica de homossexualidade. Não sei a causa, mas fiquei tão transtornado com a minha reação exagerada, que naquela semana procurei uma psicóloga e comecei a frequentar a terapia. Minha raiva era tão grande que passei a ter medo de machucar as pessoas próximas a mim. Se cada vez que algo sem importância me deixasse assim, o que eu não poderia fazer caso fosse uma tentativa real de tentar me ofender?
Quando eu era criança, 10 anos de idade, ao chegar ao colégio, dois colegas de outra turma começaram a rir e debochar de minhas calças curtas:
— Marrecão! Marrecão!
Eu nem sabia que era errado usar calças curtas, quem escolhia minhas roupas era minha mãe naquela época. Fiquei muito envergonhado, não falei nada, corri para dentro da minha sala de aula o mais rápido que pude.
Nunca vou entender o bullying. Prazer em fazer ou ver pessoas sofrerem. Por que seria engraçado rir da roupa de outra pessoa?
Deve haver um elo perdido entre eu e o resto da desumanidade.